Mampituba – Rose Hahn

– Mãe, onde fica Mampituba?

Ela olhou pela janela. Os postes na estrada viajavam apressados. Estavam a pelo menos 200 quilômetros de distância do rio que divide os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, subindo em direção a Serra Gaúcha. Pensava de onde diachos o guri ouvira falar do rio Mampituba, quando a atenção desviou-se para a gritaria no fundo do ônibus.

O Zé saiu do banheiro, escancarou a porta e jogou no corredor o rolo de papel, que escorreu majestosamente como um tapete vermelho, a abrir alas para a nobreza de cento e dez quilos em desfile imponente de braços abertos, enquanto os súditos rebelados seguiam atrás sob protestos e vaias, amontoando-se na frente do ônibus para fugir do bodum de carniça.

− Porco, porco! – gritavam.

− Não é porco, é sucrilho de colono – respondeu o glutão em gaitadas a respeito do torresmo ingerido no café da manhã.

Os passeios da turma era um frescor para aliviar a rotina massacrante da firma, mesmo que o seu papel, tal qual o das demais esposas, estivesse limitado ao de coadjuvante do marido, que enchia a cara e ria por bobagens. Muitas vezes não entendia a graça, mas cumpria bem a função de claque.

Sentada na terceira fileira de poltronas, escutava de butuca a grandiloquência do marido a converter o motorista com a parábola do filho pródigo. Ela achou graça no poder da cachaça em elevar as pessoas a Deus.

Pelo mesmo motivo de alto teor alcoólico, tio Machado era um dos mais animados da viagem. Fazia estripulias no corredor, tal qual criança em excursão da escola. O gringo da colônia falava alto, implicava com a turma e massacrava a letra erre. Um ser iluminado, por causa dos olhos verdes brilhantes e a careca reluzente. Trajava camiseta de futebol de listras azuis e brancas, desaparecidas no amontoado de cores berrantes que exibiam o nome de patrocinadores famosos, como a ferragem Ibirosca e a mecânica do Idalcir.

A turma se esbaldou em risadas quando Machado correu até a traseira do ônibus em passos de balé, montou nas costas do Zé, tropeçou no isopor, estatelou-se no chão, pernas arriadas, mãos na buzanfa dolorida e gritou:

Dio do céu, me ajunta, carralho!

E foi então que o menino Bento leu nas costas da camiseta multicolorida o nome Mampituba F.C., e depois de uma gargalhada gostosa, perguntou à mãe onde ficava aquele lugar, pois imaginou que lá todas as pessoas seriam felizes. E ficou tão encantado com as palhaçadas do tio Machado, tão maravilhado com Mampituba, que associou uma coisa a outra, e dizia que o tio Machado era Mampi, e de que tudo o que gostava era Mampi: os carrinhos Hot Wheels, a bicicleta amarela, o picolé Chicabon.

Por isso, a escolha do nome do cachorrinho da marca linguicinha presenteado no aniversário: Mampituba.

Jamais se viu Bento afeiçoar-se a um bichinho tal qual aconteceu com Mampi. Conexão imediata, nascidos um para o outro, que nem arroz com feijão, churrasco e salsichão.

Ela, por causa da frescura nos modos, carecia de sentimentos de apego e amor por cães, gatos e similares − mesmo nascendo no interior do estado, tendo de habitat natural a fauna e a flora em abundância. Aliás, naquela época, não titubeava em dar umas chineladas no guaipeca preguiçoso prostrado na soleira da casa, quando esse saía da letargia e latia em abundância para qualquer coisa que se mexesse em sua direção. Porém, Mampi subverteu a ordem e ela também caiu de amores pelo bichinho.

Bento criou um mundo particular para os dois, divertia-se ao inventar palavras, nas mais diversas variações da língua Mampi para chamar o cãozinho: Mamposo, Mampice, Mampitubice, Mampicoisudo, Mampildo, UltraMampi e uma versão em inglês: Mampitwoleison. A mãe acabou incorporando o vocabulário deles:

– Bento, vem lanchar, fiz um sanduíche Mampi!

– Filho, comprei um joguinho Mamposo.

Mampi assumiu o posto de bebê da casa; um ser que exalava amorosidade nas sobrancelhas arqueadas, com manchas brancas adornadas pelos olhos cor de mel e alegria no rabo acelerado ao festejar a família. Ele trocava olhares profundos com a mãe do menino, que ficava imaginando os pensamentos daquela criaturinha de Deus. O marido não a olhava daquele jeito; só quando bebia e queria cuchi cuchi − ela desdenhou.

O gurizinho cresceu, e Mampi envelheceu. Na verdade, já nasceu velho, com a sabedoria de quem tem compaixão por todo o tipo de gente.

Bento transformou-se num adolescente retraído, cibernético, um replicante de Blade Runner. Usava o termo “legal” em profusão para denominar o que gostava, não gostava, ou achava mais ou menos. A palavra o mantinha unido ao mundo dos adultos, principalmente ao da mãe. A tudo o que ela perguntava, ele formatava no disco rígido e emitia um simples “legal”.

Por sorte, o universo Mampi permaneceu intacto: bastava receber os refestelamentos do Mampituba para se abrir em sorrisos e gracejos. Mampi possuía esse poder.

 

Ela saiu pra caminhar, para fazer vento. Sentiu saudades dos passeios, das amigas e seus maridos beberrões. O marido dela também foi caminhar. Para sempre. Teve que admitir, Idalcir enchia a casa de barulhos, não precisava de grandes motivos para as churrascadas com a turma do busão. Ele bem que tentou:

– Quero envelhecer contigo.

– Tu já me envelheceu demais – sentenciou ela.

Bento ficou ainda mais silencioso depois da separação. Ela, por sua vez, andava deprimida com as atitudes do filho, com a distância entre eles, com um mundo que não conseguia entrar, quem sabe se comprasse uma espaçonave, matutou.

– Tu é defensora dos adultos − dizia o filho no fatalismo da idade, e encerrava com um “legal”, para não ouvir o blá blá blá dela.

Na casa verde bucólico de grama alta e muros baixos, as coisas seguiam silenciosas. Ela se perguntava onde foi parar o guri meigo e carinhoso que estava ali agorinha mesmo. Só deu uma saidinha pra trabalhar um pouco, limpar a casa um pouco, pagar umas continhas e quando voltou, o menino era outro menino. Apegou-se à sua força interior, que por vezes era fraca, para suportar a melancolia baixada de supetão.

Bento chegou da escola e jogou-se no sofá com o Nike embarreado. O linguicinha pulou no seu colo, recebeu merecidos afagos, e saiu correndo quando ela deu esporros por causa do sofá sujo.

– Mãe, vou te dizer um troço.

– O que é? − retrucou já prevendo conversas enjoadas pela metade.

– Tu é Mampi.

O rímel preto, de segunda mão, misturou-se às lágrimas desgovernadas, deixando a cara melecada. Fungou baixinho, virou de costas e fingiu que esfregava as panelas na pia sem panela nenhuma. Fazia tempos que o filho cibernético não lhe causava emoção tão boa, daquelas de amassamento no peito. Se pudesse, colocava-o de volta dentro da sua barriga.

Ela sabia que, assim como o rio Mampituba segue o seu curso para o mar, um dia Bento voltaria − refeito em suas margens, inteiro no seu delta − e desaguaria no estuário de águas dos braços dela. Mais lágrimas verteram das suas comportas, estendeu o olhar úmido até a porta da cozinha, podia jurar ter visto Mampi, em toda a sua Mampice, piscar sorridente os olhos de mel.

 

Foto: Acervo Jaime Luis da Silveira Batista

29 comentários em “Mampituba – Rose Hahn

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  1. Amei o assunto abordado, a forma de narração escolhida, a linguagem, os neologismo, as personagens,etc. Só ficou uma dúvida:

    – Roseeee, onde fica Mampituba? – brincadeira. Pesquisei. Realmente um topônimo interessante e que deu conversa, quer dizer, escrita.

    Parabéns por mais este texto impecável. Abraços.

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  2. Fheluany, grata pela leitura e comentário. Muitas coisas desse conto realmente aconteceram, como a bagunça no busão, a camiseta Mampituba F.C., e que foi a origem do apelido dado ao meu linguicinha, de nome Todynho – até hoje o meu filho chama ele de Mampi. O resto, bem, qualquer semelhança com a minha vida é mera coincidência, rsrs. Bjs.

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  3. Olá. Para quem é mãe, creio eu, ler este conto tem um peso maior. A etapa “crescer” assusta muito. Pensar nos filhos ficando diferentes daqueles bebês fofos não é fácil. Você traduziu bem estes sentimentos aqui, arrancando lágrimas fortemente sentidas… Abç ❤

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  4. Oi, Rose,

    Seu conto é Mampi!

    Sua narrativa consegue emocionar na medida certa e, mais que isso, no momento correto. Incrível como o nó na garganta é inevitável no instante em que o filho, já um adolescente alheio ao mundo dos pais, como toda boa criança que cresce, declara seu amor à mãe chamando-a de Mampi. É quase como se ele a resgatasse do limbo, a redimisse do terrível medo que toda mãe sente ao ver seu filho se afastar vendo, de alguma forma o elo do cordão umbilical se romper.

    Um conto que mostra toda a sua habilidade como autora, ao plantar a palavra chave no início, transformando-a em uma brincadeira familiar e recorrente, para resgatá-la no final, com maestria.

    Ser mãe não é nada fácil, é preciso acompanhar o crescimento dos filhos e suas transformações a cada nova fase de sua vida. E, assim como se transformam o corpo, a voz, as feições, o modo de pensar, também se modifica a maneira como, na passagem do tempo, aquele ser demonstra o seu afeto.

    Se por um lado a mãe sente falta do abraço, dos beijos e do toque, por outro, ela descobre que o amor que plantou está e sempre estará ali presente. E que o elo mãe-filho é indissolúvel.

    Parabéns. Trabalho sensível e cheio de emoção.

    Beijos
    Paula Giannini

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  5. Olá, Rose! Outro texto gostoso de ler, sobre o crescimento de pessoas, mães, pais e filhos . Crescer é deixar o outro livre para seguir sua vida, às vezes aos trancos e barrancos, mas arranjar espaço para o amadurecimento a que qualquer familiar tem direito, por mais que às vezes os caminhos se separem.
    Espero que você não me tome por petulante ao fazer uma crítica que é pertinente ao seu texto: o cuidado na construção do parágrafo. Neste exemplo:

    Bento ficou ainda mais silencioso depois da separação. Andava deprimida com as atitudes do filho, com a distância entre eles, com um mundo.

    Você começa a primeira sentença falando do Bento, mas a segunda já é sobre a mãe, que volta a se repetir neste outro parágrafo:

    Mampi assumiu o posto de bebê da casa; um ser que exalava amorosidade nas sobrancelhas arqueadas, com manchas brancas adornadas pelos olhos cor de mel e alegria no rabo acelerado ao festejar a família. Ela trocava olhares profundos com o cachorrinho…

    Você começa falando do Mampi e depois passa para ela novamente. acho que se você falar a segunda sentença com algo como : Mampi trocava olhares com a mãe, que ficava imaginando os pensamentos daquela criaturinha de Deus… Acho que flui melhor para a leitura, sem travar. Na minha humilde sugestão.

    Percebi alguns erros , nada que uma revisão não resolva:

    Apegou-se na sua força interior > Apegou-se à sua força interior

    Nike embarrado > Nike embarreado

    Adorei os neologismos e uma frase em especial, que reproduzo aqui:

    Na verdade, já nasceu velho, com a sabedoria de quem tem compaixão por todo o tipo de gente.

    Perfeito!

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  6. Ô, que coisa mais linda de se ler! Porque fala de um amor que nunca morre e que, quando plantado, jamais desaparece. Amei demais a maneira como tudo foi crescendo, como você foi desenvolvendo essa relação de família. Sem falar que tem Mampi, né? Cachorro é tudo de bom.
    Parabéns pelo texto!
    Um grande e carinhoso abraço.

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  7. Paula, Sandra, Evelyn, gratidão pela leitura carinhosa, vcs. são muito Mampi! Sandra, adorei as suas correções, elas serão sempre muito bem-vindas, estou efetuando os acertos, bjs meninas!

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  8. Oi Rose.

    Que leitura deliciosa. Afeiçoei-me aos seus personagens breves e sacudi nesse ônibus junto com eles. Quando o delicioso salsicha apareceu, já estava completamente envolvida na sua história. Muito Mampi esse conto! Beijo grande, querida. Excelente trabalho.

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  9. Esse teu conto é tão Mampi que até fui procurar no Google onde ficava Mampituba, e não é que existe! Tenho um filho na idade do Bento, a diferença é que ele está sempre me dando carinho, a passagem da criancice para a adolescência não o afastou de mim. Nosso Mampi peludo morreu, e voltamos a ser só nós dois, assistindo tv aos sábados a tarde sem nosso bebê deitado no meio. A amizade entre o filho e sua mãe é a maior expressão de amor que eu conheço e ficou lindamente retratada na sua história. Um conto tocante. Um sábado Mampi para vc.

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  10. Ai, que delícia de conto, Rose! Muito mampioso, maravilhoso mesmo. Como mãe de uma adolescente, identifiquei-me com algumas passagens- o “legal” como resposta para tudo, por exemplo.
    O elogio do filho para a mãe, chamando-a de Mampi, foi de matar de emoção.
    Lindas imagens, jogo de palavras perfeito. Parabéns,garota!

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  11. Estas mulheres contistas estão se superando. Rasgando modismos e mostrando a cara feminina; hora veja. Não precisa ter passado pela maternidade para sentir a força deste conto, mas eu passei a adolescência de meu filho esperando ser reconhecida como uma legítima mampi. Quando consegui, meu filho tinha crescido. Missão cumprida. Maravilhoso!

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  12. Oi Rose, muito Mampi esse conto!! Está tão bem escrito, com uma naturalidade bárbara, parece que você escreveu isso com muita facilidade, com os olhos fechados! Minha filha tem 2 anos e quero aproveitar bem a infância dela, a adolescência deve aterrorizar todas as mães, não é? Gostei demais! Achei duas falhinhas na revisão, se quiser te mando por msg. Bjosss

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  13. Nossa senhora, que delícia!!
    Achei que os termos gauchescos seriam estranhados pelas meninas, mas parece q elas entenderam tudo hehe
    O texto é muito bom, flui que é uma beleza e a história.ahhh essas Contistas estão todas catarseando por aqui, hein!
    essa frase sou eu:’Apegou-se à sua força interior, que por vezes era fraca,’ muito difícil manter-se firme todo o tempo! Meu filho está numa adolescencia tardia, o q ele não viveu na ‘idade certa’ tá buscando agora..entao quer dizer q um dia voltarei a ser Mampi? Bom saber disto! 🙂
    Bj, Rose.. obrigada por este texto!

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  14. Kinda, sim, um dia seremos todas Mampi, na verdade toda mãe já nasce Mampi, assim como os filhos, e realmente, é difícil se manter forte o tempo todo. Sabe que havia mais termos gauchescos no texto original, cortei uns quantos, exatamente pelo motivo que vc. bem comentou. Bjs. (não sei botar coraçãozinho aqui).

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  15. Roselaine, que lindo conto. E tão verdadeiro! Minha filha só agora começa lentamente a emergir dessas águas distantes em que também mergulhou enquanto adolescente. E aconteceu connosco uma situação muito semelhante a essa. Quase chorei (eu nunca choro, sei porquê mas isso daria um romance,não um conto, fiquemos pelo facto de que não o faço), mas dessa vez quase chorei, tal como essa mãe. Faz parte do crescimento de muitos de nós. Eu própria fui assim. Esse adolescente está muito bem retratado. E quanto ao cão, Mampi, que belo nome! A minha cachorra é dessa raça (nós chamamos salsicha) e elas têm essa relação. Num pequeno aparte, menciono que a cachorra demonstra estar convencida de que são irmãs e filhas da mesma mãe, reclamando para si iguais cuidados e atenções que os dispensados à dona mais nova. Pude rever muito da minha própria vida neste conto tão Manpi. Qe bem ficaria o nome na minha cachorra a quem eu quis chamar de Pepa e acabou por ser Lua, por desejo da irmã mais velha. Obrigada pela leitura. Beijos.

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  16. Oi, Rose!
    E aqui fica a leitora com lágrimas nos olhos também, rímel de anteontem manchando mais um pouco a coisa toda….que belo, que sensível e direto na alma, Rose! Esse trecho me xeu muito comigo: “O gurizinho cresceu, e Mampi envelheceu. Na verdade, já nasceu velho, com a sabedoria de quem tem compaixão por todo o tipo de gente.”
    E é assim que a gente se sente com o crescimento dos filhos, cachorros, felinos…de tudo quanto acreditamos ser “nosso”.
    Outro trecho primoroso: “Ela sabia que, assim como o rio Mampituba segue o seu curso para o mar, um dia Bento voltaria − refeito em suas margens, inteiro no seu delta − e desaguaria no estuário de águas dos braços dela.”
    Lindo, Rose, parabéns!

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  17. Ana Maria e Renata, só mesmo uma mãe para entender a gangorra de emoções que vivemos, vcs. se emocionam daí, e eu daqui, suas Mampi! Bjs.

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  18. Oi, Rose!!!

    Primeiramente mil desculpas pelo atraso em minha leitura, segundo : Seu conto é muito lindo!!
    Adorei o Mampi e suas variações, as vezes faço isso, invento uma palavra e uso ela pra diversas situações, só quem é de casa entende, isso é coisa de família mesmo!

    Gosto muito dos seus contos, especialmente por trazer uma linguagem diferente da qual estou acostumada, expande os horizontes literários 🙂

    Aqui o crescer se refere a essa turbulenta fase da vida onde muitos se perdem e se encontram, se transforma, alguns sofrem mesmo uma metamorfose, uma fase que tudo parece estranho, errado e certo, de ponta a cabeça e, haja paciência para quem está por perto, quem acompanha tudo, sem muito o que fazer. Como é o caso dessa mãe que revive memórias da doçura do filho, quando a inocência de criança ainda o protegia das aflições do mundo. A cena que ele revive essa palavra que diz tanta coisa à, eles é de muito bom gosto e emociona de verdade. Como já disseram não precisa ser mãe pra sentir a emoção.

    Parabéns pelo conto sensível, divertido e muito real.

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