Farinha – Elisa Ribeiro

Amansa a massa com a mão
alisa
transforma em pão o que antes foi grão
depois farinha.

Junta as palavras buscando a liga precisa.
Poesia não mata fome
mas inspira.

9 comentários em “Farinha – Elisa Ribeiro

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  1. Uma lindeza de reflexão em forma de poesia. A arte nos preenche, servida à mesa, no livro, no caderno, no diário secreto, no amor clandestino. Mata outras fomes: iguaria fina.

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  2. Linda a harmonia criada entre as palavras. Delicadeza e clareza. Em deliciosas porções de pão que alimenta o corpo e poesia que inspira a alma. Lindo.

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