Poeme-se! (Marília)

Não deixe a Poesia passar ilesa pelos seus olhos. Quando encontrá-la, observe atento. Alguns contextos só textos sabem explicar. Certas artes não se repetem duas vezes. Eu, que nada imaginei, consegui achar. De manhã, num dos primeiros ônibus cuja necessidade de sair da garagem fez o motorista levantar dos sonhos à vida. Mesmo quando mal... Continuar Lendo →

Recordis (Marília)

Sempre acreditei na força de como algo dito pode atravessar distâncias, chegando onde é preciso. Então, resolvi virar bálsamo numa das tarefas favoritas: dedilhar letras até nascer dos trechos, texto. Aqui, no poder de consolo que existe em fazer-das-palavras-refúgio, te chamo para se esconder ou se encontrar, como preferir.Porque têm dias que a gente acorda... Continuar Lendo →

Resenha “O Demônio do Meio Dia”

Aqui. Ou bem ali, disfarçada pelo sorriso esculpido para a foto. Lá, onde é preciso esforça-se ao levantar da cama. Por mais incrível que possa parecer, a depressão também acontece em cenas assim, aparentemente descabidas de preocupação. Nessa ótica de enxergar além do que se vê, sugiro um título: O Demônio do Meio Dia, de... Continuar Lendo →

Uma Amizade Incomum (Marília)

A cena que agora você lê começou quando Vovó estava no trem, a caminho da farmácia. No vai e vem de pessoas, sentaram-se ao seu lado uma menina de uns 5 anos e seu irmão mais velho. Estavam acompanhadas por mãe e uma bexiga que a pequena fazia questão de chamar de Amiga. Simpática, a... Continuar Lendo →

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Levar, Voltar (Marília)

De tão contraditório, fazia sorrir e chorar. Tudo no mesmo objeto, naquela pessoa carregada para perto do céu, de volta à terra. Eu só observava, admirava. Você chegava naquela sala que parecia vazia, meio escura, comportava pessoas alheias ao acontecer ali na tela daquele celular. Isso bastava. A gente se preenchia enquanto sorrisos ecoavam, olhares... Continuar Lendo →

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Um Dia (Marília)

Eu só escuto, emociono. É tão bonito ver juventude e velhice lado-a-lado. Ela delicada, de laço no cabelo, ele de boné, quase careca. Para ambos, não importa aparência, importante é viver a experiência do momento. Aqui atrás, fico quieta para ouvir melhor minha saudade latejar. Hoje em dia meu avô não pode me levar para... Continuar Lendo →

Menina-Poly (Marília)

Quis enfeitar domingo chuvoso com boas escolhas, Realmente eram. Dia frio, coberta, leitura, música. Ajeitei a poltrona, liguei Poly e ouvi no rádio sobre amor que dura janeiros até o mundo acabar. Logo em seguida, o disco foi escolhido, as coordenadas posicionadas na rotação musical, parecia tudo bem. Porém, ao longo dos segundos estendidos minutos... Continuar Lendo →

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