Passagem – Maria Santino

Arigó, de nascimento Cícero Sant’Anna, respondeu prontamente à voz surda que só ele ouviu. — Tô indo, meu pai! E num movimento brusco despertou. Não de todo. Na mente embaralhada pelo peso de seus oitenta e seis anos de idade, ideias soltas roçavam. Fiapos se emaranhavam cada vez mais com o nascer e morrer do... Continuar Lendo →

Fortuna – Maria Santino

Faltava um quarto de hora pro meio dia, o sol ardia no firmamento, e Zezé na barraca de peixe, brincalhão e bondoso que só ele, cedia duas tainhas para o preto velho e coxo que ninguém queria perto. — Cabra besta! Ond’é que já se viu? Assim tu num lucra! Dizia o verdureiro avarento ao... Continuar Lendo →

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