Júlio César (Renata Rothstein)

 

O tempo quase parado no ar cinzento fazia voltas em torno de sua mente confusa e estranha, sempre fazendo Júlio questionar se ele existia, de fato.
Tudo o que ele conseguia lembrar era muito pouco. O suficiente para aumentar seu sofrimento e a vontade frustrada de acabar de vez com aquele suplício, que vinha de longe, mas não tão longe que ele esquecesse, de vez, daquela merda toda.
Aos nove anos, menino de subúrbio, educado por família tradicional (aos olhos asquerosos dos hipócritas do bairro), era até quase normal – quase feliz – quase acreditando no sonho de crescer e ser bombeiro, “para ajudar muitas pessoas”.

 

Era essa a vida. E seguia, sem muita novidade: pai motorista de madame da Zona Sul, gente muito fina, mas que gostava de cheirar – era o que dizia o pai.

Júlio imaginava então que ele falava dos perfumes caros. A mãe…ah, a mãe! mulher trabalhadora, esforçada, dava um duro danado lavando roupa para a vizinhança.
Mas quando o pai trabalhava à noite, saía tão bonita: colocava o vestido vermelho com decote até o fim das costas (ele lembrava bem), passava um batom roxo e abusava do leite de colônia. Fedia até de tanto leite de colônia, tadinha da mãe.


Dizia que ia dar uma volta com as amigas e sempre voltava rindo, com várias notas de dinheiro amassadas no bolso.

Estranho que ela nunca mostrava para o pai – e pedia segredo: ” -Então, amorzinho, não conta pro teu pai, que no fim do mês tu ganha um carrinho de controle remoto, tá bem?”.
O menino calava-se, olhos brilhando, sonhando com o carrinho (que nunca chegou), intrigado com a mãe, cada vez mais estranha, mais fora de casa, usando uns vestidos cada vez mais curtos, cada vez mais colantes.

De vez em quando aparecia em casa com o olho roxo,  numa noite perdeu três dentes. Disse ao marido que caiu de cara no tanque, quando tropeçou no chinelo velho.
Ele fez que acreditou, talvez nem ligasse, quem sabe o que vai na cabeça dos outros? Na do pai – Júlio já tinha entendimento -, iam uns bons pares de chifres. Coitado.

E foi mais ou menos nessa época que os porradeiros começaram a explodir, dentro da casinha onde sobreviviam um corno, uma puta e um menino, que há pouco sonhava em ser bombeiro, para ajudar os outros.

Agora ele queria era tocar fogo naquela maldita pocilga e que se danasse a porra toda.
Um dia a mãe saiu, o mesmo vestido vermelho decadente, o mesmo batom roxo ( combinando com as olheiras, por sinal), deu um beijo cheirando à cachaça no filho, disse que o amava, e soltou um “Deus te abençoe, razão dos meus dias!”.

Cínica. Júlio pensou, tentou entender. Afinal, se a mãe deu para ser meretriz, à toa não deveria ser.

Saiu. E nunca mais voltou. O menino, já com doze ou treze anos, até sentiu alívio.
O pai, era um homem bom: é aquilo, bonzinho lembra comercial de margarina, bocó toda vida…para que é que ia servir um troço desses? Motorista de madame cheirada, conformado, corno resignado, filho para criar. Deu para beber.

É. Deu. Sabe-se lá até que ponto ele deu, porque era porre atrás de porre e todo mundo sabe, de bêbado não tem dono, locatário, posseiro, nada. Lastimável.

Júlio, que acreditava ter uma vida razoável , até – viu o destino vomitar na sua boca aberta de espanto e fingiu entender aquela desgraceira toda…pensava que talvez a mãe voltasse, o pai parasse de beber, voltasse a paz dos calados e omissos a habitar aquela humilde residência.

Uma noite dormiu – sonhava, até -, já ia ganhar o tal carrinho de controle remoto, mas o que ganhou mesmo foi um belo catiripapo nas fuças.
Acordou assustado, se perguntando se havia esquecido de deixar a quentinha do pai no fogão.

Mas não, não era isso. Era o Gonçalinho, o vizinho, que foi logo avisando: ” -Acorda, moleque, deu ruim pro teu pai. Parece que ele já ‘tava’ devendo uns bagulho aí e foi buscar mais, não deu outra. Tá lá estendido no chão, cheio de sangue em volta, parece que foi tiro de doze, irmão! Vai lá que tem ‘poliça’, já chamaram o rabecão e tudo.”
A cabeça do garoto girava, lembrava do pai e seu jeito pacato, daqueles que estava sempre achando tudo bom, sonhando com uma vida melhor…”como é que pai foi cair numa dessas?”

Pai morto. Júlio. Vizinhança. Comentários. Madame pagando funeral – tão boa. Pêsames. Choro. Solidão e Júlio e a vida, que tinha que continuar. Não é assim que dizem?
É. A vida continuou e encontrou o ex -menino Júlio César Silva, vinte e sete anos, perdido pelas ruas, confuso, procurando entre os transeuntes quem tinha cara de que poderia arranjar quaisquer cinco reais para comprar comida.

Mentira, ia comprar crack, mas ele sabia que ia parar, às vezes chegava ao cais e ficava olhando o horizonte e conseguia, durante valiosos segundos, separar as várias pessoas que hoje habitavam aquele corpo esquelético, cansado, ansioso pela fuga, buscando uma porta que o libertaria de vez dessa estupidez cansativa, chamada sobrevivência.
Tudo isso passava pela alma e pelas veias saturadas daquilo tudo que ele, um dia, acreditou ser “só um alívio”.

E era a mesma voz do demônio, instigando e gritando para Júlio que sim, ele era um fraco, um desgosto, uma aposta mal feita.

O tempo parado, soprando meias verdades.

E o passado, o longo caminho mais curto, que desembocou ali, no mundo das drogas.
Júlio conseguia lembrar: trabalhava duro de segunda a segunda, sem reclamar, até cair num golpe e ser acusado de roubo na firma.

Daí pagou uma temporada no xadrez por 157 e uma escola de bandidagem, com direito a mestrado.

Beleza. Ele quis, ninguém obrigou, mas lá dentro, irmão, é diferente. Quantas vezes não se perguntou por que não tinha morrido logo, reagido à prisão, qualquer coisa que evitasse aquele inferno que viveu ali, nos porões da escória da sociedade.

Saiu. Para a mesma vida de sempre, levando um pozinho, trazendo uns turistas pra comprar umas bolinhas – coisa boba -, pensava.
À noite tocava (aprendeu com um velhote na cadeia), um violão nos botequinhos do subúrbio e guardava até uns ótimos trocados para comprar uma casa, ter segurança, uma “vida certa”. Filhos, quem sabe.

Até que conheceu Magali, uma morena de 1,80m e curvas que faziam qualquer um perder a cabeça.

Magali não era de meias palavras. Foi direto ao assunto: queria ser Rainha de Bateria, carro do ano, joias, muitas joias, porque (ela ouviu dizer), aquela moça lá de Roliúdi falou: o melhor amigo da mulher é o diamante…e Júlio e seu violão e seus centavos quase a título de esmola e seu tráfico para consumo próprio, a bem da verdade, não bancavam a mulata Magali, cheia das condições, dos sorrisos, dos quadris recheados e da boca de mil promessas.

Não. Magali era sonho de consumo de 10 entre 10 bandidos da redondeza. E de 10 entre 10 homens de bem também, é bom que se diga.

Começou a trabalhar duro, propôs um esquema poderoso aos responsáveis ali da área, foi em frente e começou a ganhar dinheiro, como todo iniciante e sua sorte pré-miserável.

E todo esse dinheiro Magali depositava numa conta que cuidadosa, abrira no nome dela, só para garantir.

Acontece que Julinho Esmola, como acabou conhecido, era sucesso vendendo e usando o produto que representava.

Não demorou muito e começou a vivenciar o brejo, o lodo. E um dia, muito cheirado, foi pedir uma grana à Magá, que era “administradora” do dinheiro, e encontrou a safada com dois caras que eram seus colegas de trabalho, entre morangos e muito champanhe, bacanal danado.

Risos, deboche, porta na cara, gritos de “fora, pau de pano!”, e Júlio saiu andando…andou, andou tanto e por tanto tempo que perdeu a noção de realidade, de espaço, de valor.

Não sabia, mas dormiu três dias na saída de esgoto de uma rua movimentada da cidade, fumando umas pedras que conseguia comprar, quando lhe davam uma nota que ele já nem reconhecia, não entendia mais de nada. E nem se importava mais.

Era só a dor. A dor que não passava nunca e piorava nos momentos em que uma pálida sobriedade atravessava os caminhos desconhecidos de seu quase paralisado cérebro.

Júlio, em pleno surto psicótico, dizia que era dois: o Júlio, filho de costureira e motorista, que ia ser bombeiro, e Julinho Esmola, o cara que por não aprender a ser mau, e por não ser bom, se contasse com um pouco de sorte, morreria em breve.

E então, só o tempo. Parado. O ar cinzento e a solidão, sua única companheira a vida inteira. E ao longe, o pai e a mãe, o velho que lhe ensinou a tocar violão na cadeia, Magali, aquela ingrata, acenando para um ser que ele, embora procurasse avidamente, não conseguia encontrar em parte alguma.

Nem dentro nem fora daquela carcaça imunda.

Ele não teve medo. A garrafa quebrada, os pulsos cortados.

Sentiu alívio. “Fraco, incapaz!”, gritava a voz, sempre perversa.

E Júlio, caco de vidro na mão queimada, seguiu seu caminho torto, sangue escorrendo pelo corpo, grudando nos trapos que trazia como roupa.

A dor lancinante, depois mais fraca, fraca…  finalmente o corpo leve, a liberdade, enfim.
O cais, as lembranças embaralhadas e a voz infernal foram as únicas testemunhas da história de Júlio César, o menino que só queria ser bombeiro, para ajudar os outros.

18 comentários em “Júlio César (Renata Rothstein)

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  1. Olá!

    Conto triste. Que pode ser a realidade de muitos. Gostei bastante de como você apresentou o Júlio pequeno e seu drama. A mulher que se prostituía sem levar em conta a família que possuía, o marido fraco que caiu no vício e, em meio a isso uma pessoa ainda em formação.
    A reflexão que tiro é que a vida estar sempre pronta pra foder conosco, e quando a base é fraca, aí a derrota é quase garantida.

    Um abraço!

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  2. Que triste isso, Renata! Senhor! Sofri muito porque a vida confabula, muitas vezes, para a nossa queda. Vai juntando um sopro aqui, uma brisa acolá, e quando se vê, é um furacão ao nosso redor. O menino que só queria ser bombeiro para ajudar os outros não teve chance alguma. E o fato é que nem sempre se consegue pertencer ao mundo, adonar-se das coisas boas, vivenciar momentos de plenitude. Há vidas que são um martírio. Parabéns pelo conto!
    Um grande e carinhoso abraço!

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    1. O que mais gosto em seus textos é que vc tem sempre algo a dizer. Seu estilo simples de escrita fazem correr solto uma narrativa para fatos e historias que se sucedem com incrível dinamismo. Seus textos são plenamente envolventes. Nesse caso, vc conseguiu, através de fatos fornecidos, e não com frases e frases que ficam dando voltas pelo personagem, caracterizar um Júlio equilibrando-se entre o sucesso e fracasso, o bem e o mal, o positivo e o negativo. Adorei a descrição do pai e especialmente: ” a paz dos calados e omissos”…lindo isso. Mais um ótimo conto seu que leio…. com imenso prazer de estar lendo…e aprendendo mais da vida atraves de seus ricos personagens.

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      1. Oi, Zeca!
        Você me deixa sem palavras para agradecer 😊
        É maravilhoso ser lida e interpretada com tanta sensibilidade como você faz.
        E só posso dizer muito obrigada, de coração. ❤

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  3. Olá, Rose! Uma temática forte, o abandono que começa na própria família, de uma periferia qualquer ou de uma favela qualquer. Enquanto não tivermos as mesmas condições de partida, boas escolas, essa realidade que não é ficcional tornará a se repetir. Um conto forte e que nos remete a reflexões urgentes, sob risco de vermos mais Júlios Césares pelas ruas desencantadas desse mundo. muito bom!

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  4. Olá, linda. Existe uma característica comum presente em muitos dos seus contos, Renata. Vc dá voz aos excluídos. Não necessariamente voz, pois os contos que vc faz sobre eles são sempre em terceira pessoa, mas vc dá uma vida, identificação, personalidade. Seus contos têm o condão de fazê-los gente. Deixam de ser um borrão no meio da rua, algo a ser evitado, ganham nome, sentimentos, história. Acho legal criar histórias com personagens tão reais, tão anti-heróis. Pessoas que não sonhamos em ser, antes, evitamos ter por perto. Este seu último conto trouxe uma história cheia de fluidez que me conquistou. Uma pena que, como era de se esperar, tudo acabasse com a morte, ainda que esta morte fosse libertadora. Beijos.

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  5. Oi, Renata,

    Tudo bem?

    Seu conto nos mostra a causa e efeito de uma vida de abandono. O ponto alto e também o mais triste é o sonho do menino. assim, construindo através das expectativas de vida de uma criança, a autora desenvolve a trama falando de morte. Não necessariamente apenas a morte física, a do final da história, mas muitas outras, a das ilusões, das perdas de suas referências (os pais), da sanidade, de si mesmo. Pequenas mortes que vão, todos os dias, levando aquilo que o pequeno possuía de mais precioso.

    Escrever nesse tipo de temática é difícil. A trama se localiza em uma linha tênue. Qualquer escorregão e a premissa pode se transformar em um dramalhão. Mas não. A autora segue segura do que quer e de onde quer chegar com sua pena, sem lições de moral, apenas mostra ao leitor a triste realidade de uma vida sem afetos.

    Parabéns.

    Beijos
    Paula Giannini

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  6. É de doer que essa história seja a realidade de muitos.
    A gente torce para que todos os Júlios da vida de uma reviravolta, mas nem todos tem essa força.
    Parabéns pelo ótimo conto.

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  7. Conto cheio de imagens fortes e palavras intensas. Muito boa a caracterização dos personagens. Seu texto me fez lembrar da música Faroeste Caboclo. O sujeito tinha boa intenção – ajudar os outros, mas aí veio a vida … Danou- se tudo.
    Parabéns pela coragem de expor a realidade de muitos por aí.

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  8. Uau! Renata, lendo seu conto me senti mergulhando em músicas do Chico Buarque. Tantos elementos da dura realidade dos nossos irmãos brasileiros, e com tanta sutileza e poesia. Gosto da maneira como vc constrói essas histórias, quase sagas, cheias de reviravoltas e personagens fortes. Muito interessante a sua versão de ‘morrer’, parabéns!

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  9. Oi Renata,

    Uma história muito triste e real. Um certo distanciamento do narrador em relação aos personagens valorizou o conto evitando o tom melodramático. A linguagem, forte, soou muito adequada ao tema assim como a narrativa, seca e direta. A morte como alívio e solução para uma existência sem propósito. Muito, muito triste. Beijo, querida.

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  10. “era até quase normal – quase feliz – (…) gente muito fina, mas que gostava de cheirar” – ironia da vida – quem quase não tem se sente infeliz, quem tem também sente falta de algo para preencher o vazio, afinal, o que é a vida?

    “cansado, ansioso pela fuga, buscando uma porta que o libertaria de vez dessa estupidez cansativa, chamada sobrevivência” – o que é a vida??

    “Sentiu alívio. “Fraco, incapaz!”, gritava a voz, sempre perversa.” – não fraco, mas muito forte, quem chega ao extremo como esse é muito mais que forte…

    Você trouxe toda uma triste realidade de muitos e que tantas pessoas fecham os olhos simplesmente por não terem a coragem de mudar nada, nem ao menos terem o pensamento que ele teve: de ajudar outras pessoas… Triste, muito triste.

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  11. Aff, que triste..
    terminando a leitura me caiu a ficha de pq eu tava tao agoniada… perdi um sobrinho chamado Julio Cesar, tão bom garoto, tao cheio de sonhos, queria servir ao Exercito..mas nao tinha escolaridade, foi dispensado… ja tinha se metido em drogas na adolescencia, mas com muita reza da mae, largou.. porém os ‘mano’ nao esqueceram dele, nao se esquece quem abandona a boca.. e ele morreu baleado, quase sem socorro na emergencia do hospital, pq era só mais um dos marginais q ali entravam todos os dias, em busca de vida e recolhendo descaso.
    Seu conto é tão real, tá tão ali, na esquina… e dá mesmo um nó, este nó que a vida faz com a gente.
    Abração, guria linda!

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    1. Oi Kinda….meu Deus, que triste coincidência…eu também conheci outro Júlio César, e ele também não teve um final feliz, longe disso….foi meu primeiro amor, aliás. esse caminho das drogas é, na grande maioria das vezes, esse: o manicômio, o cemitério, ou a cadeia…é triste. Um grande abraço, minha flor.

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  12. Olá, Renata. O que mais impressiona no seu conto é a força duma realidade pungente. Você distancia-se da narrativa (técnica ao autodefesa?) e consegue dessa forma dar um tom muito mais autêntico a todos esses personagens, todos eles vítimas, não apenas o menino. Mas, ao contrário dos pais, o pobre menino nem oportunidade teve. Queria ser bombeiro para ajudar os outros. Quantos meninos querendo ajudar os outros não se perderam já pelo caminho? quantos continuarão a perder-se? uma tremenda injustiça, promovida pela sociedade desigual que todos ajudámos a criar e de que somos cúmplices. A vida nunca será a mesma para meninos nascidos em diferentes condições. Muitos não se perdem. São eles a flor que alimenta a nossa esperança. Não foi o caso de Júlio César, quase nunca é. Parabéns.

    Curtido por 1 pessoa

  13. Oi Renata, o seu conto é denso, de doer no peito, gostaria que fosse apenas ficção, infelizmente é uma realidade escancarada nas esquinas. Muito boa a composição do personagem, desde a infância cheia de puras intenções, até o abandono de si mesmo. Parabéns Rê, bjs.

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  14. Conto realista e pungente que traz quase uma saga, o destino pré-marcado de um personagem com nome de imperador romano, mas que nada conseguiu da vida. As questões apresentadas incomodam – o enfrentamento do mundo e a sensação de perda que paralisa trazem medo e insegurança. Você desenhou uma maneira de resolver a vida, de contestar e criticar de forma contundente a sociedade.

    Estilo e linguagem se fundiram criando um texto forte. A linearidade retratou com detalhes a passagem de Júlio César. Parabéns pelo trabalho. Beijos.

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